Versinhos com barquinhos.
Protestos politícos sobre casos e descasos de enchentes e inundações.
Um vento frio que resseca minha pele e gotas de chuva ácida, queimando meus cabelos (contras de São Paulo).
Um dia perfeito, de saborear um mal-humor (se fosse em baixo de um edredom, com pipoca e chocolate eu ia gostar), porque será que chuva combina com solidão?
A gente sempre quer uma compania quentinha, pra dar risada e conversar, mas só queremos, porque no meio da chuva, quase sempre estamos sozinhos.
Chuva combina com música, mas não muito alta, nem muito alegre, dias chuvosos são melancólicos, pedem um pouco de romantismo.
Chuva combina com preguiça, sim, esses dedos que escrevem estão numa fadiga, quase endurecidos, caimbrã, soninho que me dá, que te dá, dias de chuva combinam com bocejos.
Dias de chuva combinam, mais ainda, com expectativa, do céu cansar de desaguar, das nuvens cansarem de esconder o astro, das folhas cansarem de acumular orvalho e sorrirem para os raios, que poderiam estar aquecendo o meu nariz gelado...
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